Como Fazer Uma Interessante Redação De Um Jeito Claro

31 Mar 2019 04:36
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<h1>“Passei Em 8 Concursos Sem Nunca Ter Feito Cursinho”</h1>

<p>No jornalismo, as refer&ecirc;ncias s&atilde;o portadores de dado. Os jornalistas raramente est&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es de assistir a um acontecimento em primeira m&atilde;o, deste jeito precisam de fontes. Inclusive at&eacute; quando est&atilde;o presentes a um acontecimento necessitam recorrer a uma refer&ecirc;ncia para se certificarem do que est&aacute; a ser dito. Existem diferentes patamares pelos quais o dado chega at&eacute; um jornalista: a come&ccedil;ar por rotinas, rondas telef&ocirc;nicas com fontes oficiais, modo informal, releases enviados por assessorias de comunica&ccedil;&atilde;o. Fontes oficiais: pol&iacute;ticos, empres&aacute;rios, l&iacute;deres religiosos, porta-voz de grandes organiza&ccedil;&otilde;es. Por esse m&eacute;todo de estudo, mais de metade das fontes, 78%, s&atilde;o oficiais. Sele&ccedil;&atilde;o Pra Docente Do Estado Sai Este M&ecirc;s Com 1,4 1000 Vagas O Dia /p&gt;
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<p>Pessoas desconhecidas raramente aparecem nas not&iacute;cias a n&atilde;o ser que estejam veiculadas a uma associa&ccedil;&atilde;o. As tuas habilidades comunicacionais: Escrita e express&atilde;o (fontes codificadas) e Leitura e audi&ccedil;&atilde;o (refer&ecirc;ncias descodificadas). Estas quatro criam uma quinta capacidade: o racioc&iacute;nio. As tuas atitudes no dia a dia: para consigo, pra com o tema, pra com os outros… Positividade &eacute; ben&eacute;fica; a fonte precisa dominar o cen&aacute;rio a respeito do qual est&aacute; a expor. O seu n&iacute;vel de conhecimento: entendimento profundo da associa&ccedil;&atilde;o em que o assessor trabalha, dom&iacute;nio da mensagem que vai transmitir.</p>

<p>A tua posi&ccedil;&atilde;o dentro do sistema sociocultural. O meio em que vivemos pesa pela maneira como se constr&oacute;i a mensagem. De acordo com o tema age-se de outra forma. Rotina - acontecimentos partid&aacute;rios e administrativos. Os jornalistas recebem o dado e publicam-na. Transformam a circunst&acirc;ncia em acontecimento p&uacute;blico por interm&eacute;dio da emiss&atilde;o.</p>

<p>Leon Sigal (1979) conclui que a not&iacute;cia n&atilde;o &eacute; aquilo que os jornalistas pensam, entretanto o que as fontes dizem. A soci&oacute;loga da comunica&ccedil;&atilde;o Gaye Tuchman diz no livro &quot;Making News&quot; (Londres, 1971) que os jornalistas introduzem uma suporte social e cobrem t&oacute;picos de interesse para a comunidade em que est&atilde;o inseridos.</p>

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<li>Seis - Fa&ccedil;a exerc&iacute;cios exaustivamente</li>

<li>tr&ecirc;s - N&atilde;o descuide das mat&eacute;rias de conhecimentos gerais e da prova discursiva</li>

<li>Filme aulas</li>

<li>Grandes ideias, pequenas inven&ccedil;&otilde;es</li>

<li>vinte e dois Edi&ccedil;&atilde;o da pg. Leonardo da Vinci</li>

<li>Uma vela</li>

</ul>

[[image http://formacionprogramada.net/wp-content/uploads/2016/03/formacion-bonificada.png&quot;/&gt;

<p>O jornalismo &eacute; uma pr&aacute;tica rotineira de h&aacute;bitos civilizacionais. O valor da refer&ecirc;ncia &eacute; tal maior quanto for a t&eacute;cnica de encaixe nesses valores. Induz ao conceito de negocia&ccedil;&atilde;o entre jornalista e editor pela preval&ecirc;ncia da fonte. Na teoria da defini&ccedil;&atilde;o ou conspirat&oacute;ria, &eacute; a refer&ecirc;ncia quem define o que &eacute; not&iacute;cia.</p>

<p>Hall demonstra-se preocupado e diz que &eacute; consider&aacute;vel existir mais jornalismo de investiga&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m h&aacute; fontes n&atilde;o conhecidas, an&ocirc;nimas, que t&ecirc;m de provocar processos espetaculares ou protagonizar uma quest&atilde;o que fuja &agrave; rotina para estar nas not&iacute;cias. O americano Herbert Gans, nos livros &quot;Deciding What’s News&quot; e &quot;Neg&oacute;cio na Conex&atilde;o Refer&ecirc;ncia-Jornalista&quot; (Estados unidos, 1979), estudou o comportamento dos jornalistas pela CBS, NBC, Time e Newsweek. O jornalista n&atilde;o se poder&aacute; dar ao luxo de romper com um assessor sem mais nem ao menos menos em raz&atilde;o de tem que dele.</p>

<p>Existem dois grupos de fontes quanto &agrave; sua utiliza&ccedil;&atilde;o: refer&ecirc;ncias passivas e fontes ativas. Especializados - mais proximidade com as refer&ecirc;ncias. N&atilde;o especializados - recorrem a fontes oficiais por inexist&ecirc;ncia de tempo e ocupam-se de acontecimentos diferenciados. Proximidade Como &eacute; O Calend&aacute;rio Da Moda? e geogr&aacute;fica - de acordo com o enquadramento do meio. Para Philip Schlesinger, (1992), a importancia e aceitabilidade das fontes s&atilde;o desiguais uma vez que nem todas re&uacute;nem fato competente. Diferen&ccedil;a no valor das fontes e no acesso noticioso, uma refer&ecirc;ncia n&atilde;o tem que ser classificada como “oficial” e “n&atilde;o - oficial”, pois que &eacute; simplista. A refer&ecirc;ncia &eacute; visibilidade como fator/elemento que ocupa dom&iacute;nios sociais onde se executam competi&ccedil;&otilde;es no acesso dos meios de intercomunica&ccedil;&atilde;o social.</p>

<p>Fala de diferen&ccedil;a do Vive Quase Em Um Mundo Irreal fontes e no acesso noticioso. As fontes buscam moldar o dado na &oacute;tica da tua utiliza&ccedil;&atilde;o pelos jornalistas. H&aacute; uma liga&ccedil;&atilde;o direta entre “fontes de informa&ccedil;&atilde;o” e “informa&ccedil;&atilde;o eficaz” ( Mulheres Encaram O Est&iacute;mulo De Entender Pra Concurso P&uacute;blico E Tomar conta Dos Filhos O Dia ). Em &quot;A organiza&ccedil;&atilde;o da refer&ecirc;ncia em circunst&acirc;ncias de rotina de crise&quot; (1984), Stephen Hess analisa os gabinetes de imprensa e define as suas estrat&eacute;gias: aplica&ccedil;&atilde;o da detalhes positiva e pr&aacute;tica.</p>

<p>Pra Hess, a cr&iacute;tica que os assessores manipulam as not&iacute;cias &eacute; incorreta, porque a maioria dos recursos vai pra recolha e procura de informa&ccedil;&atilde;o ou pra alegria dos jornalistas. Um dos requisitos mais primordiais &eacute; saber gerir e doar respostas aos pedidos de detalhes - divis&atilde;o do tempo &eacute; dedicado &agrave; estrat&eacute;gia, como se vai agir, como se vai ir a mensagem. Se conseguir noticiar com o teu p&uacute;blico sem interm&eacute;dio dos media consegue mais objetividade, porque os meios de intercomunica&ccedil;&atilde;o nunca dizem o que o assessor falou, a estrat&eacute;gia n&atilde;o passa necessariamente pelos media. O princ&iacute;pio da assessoria &eacute; responder a todos, mas como gest&atilde;o de tempo devemos responder primeiro aos mais significativas e em vista disso sucessivamente.</p>

<p>Os gabinetes de imprensa criam a informa&ccedil;&atilde;o ordenada que &eacute; distinto de fato controlada, novamente por causa da gest&atilde;o do tempo e de “espa&ccedil;o” nos media. Precisa-se controlar, gerir o dado para atingir os objetivos da mensagem que se quer passar. Ex. os passos pra exibi&ccedil;&atilde;o de uma obra ou edif&iacute;cio: ideia - concurso de ideias - exposi&ccedil;&atilde;o do projeto - lan&ccedil;amento da primeira pedra - concurso da empreitada - in&iacute;cio da obra - visitas &agrave; obra - inaugura&ccedil;&atilde;o. Chama refer&ecirc;ncias habituais de informa&ccedil;&atilde;o ao assessor porque s&atilde;o refer&ecirc;ncias regulares, bem como chamadas de est&aacute;veis. Chama fontes intrigantes a pessoas ou organiza&ccedil;&otilde;es consider&aacute;veis.</p>

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